O movimento intenso do verão não se reflete apenas nas praias. Nos bastidores de Matinhos, no litoral do Paraná, as lavanderias vivem um verdadeiro cenário de alta temporada, com máquinas funcionando sem parar, pilhas de roupas à espera de lavagem e prazos que já chegam a pelo menos duas semanas para novas encomendas.

Para muitos empreendedores, esta é a primeira experiência com o ritmo acelerado do verão. É o caso de Bárbara Martins, que assumiu uma lavanderia no inverno e precisou se adaptar rapidamente à demanda da temporada.
“É uma loucura. Eu nunca tinha pegado temporada. A gente assumiu no inverno, então é tudo novidade. Recebemos muita roupa de banho, toalhas, roupas de piscina”, contou à Ric RECORD.
A sobrecarga nos serviços afeta diretamente quem depende das lavanderias para manter o funcionamento de pousadas e hotéis. Em um dos estabelecimentos da cidade, sacolas com roupas de cama se acumulam à espera da coleta, enquanto outras retornam limpas para garantir a rotatividade dos quartos.
Com a casa cheia, o planejamento se torna essencial. A responsável por uma pousada, Karina Socolovski, afirma que a experiência ajuda a minimizar os impactos nos períodos de maior movimento.
“A gente sempre fica preocupado, mas como já temos experiência, sabemos quanto precisamos ter em estoque. A gente amplia o enxoval e trabalha com lavanderias parceiras para manter o padrão”, explica.
Lavanderias de autoatendimentos também fazem sucesso em Matinhos
Além das lavanderias tradicionais, as unidades de autoatendimento, geralmente menores e com preços mais acessíveis, também se tornaram uma alternativa para moradores e turistas. A praticidade é um atrativo, mas o tempo de espera ainda é um desafio durante a alta temporada.
“Aqui é muito prático e rápido. Sempre que a gente viaja, usamos essas lavanderias”, relata a professora Vanessa Maldonado.
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