Curitiba e Paraná - IPTU Curitiba 2026: Prefeitura apresenta nova fórmula de cálculo e acende alerta na cidade
Projeção aponta inflação como principal fator de ajuste nas taxas e abre debate sobre impacto nas finanças dos proprietários.

O IPTU de Curitiba vence em março de 2026, conforme projeto enviado pela Prefeitura e aprovado na Câmara Municipal. A proposta busca alinhar o tributo à realidade econômica sem alterar, de imediato, as regras de isenção atuais.
A maioria dos imóveis da capital paranaense terá o valor do IPTU corrigido apenas de acordo com a inflação oficial. Assim, a base é o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado de dezembro de 2024 a novembro de 2025. Significa que o IPTU de Curitiba não vai sofrer um aumento real, mas apenas atualização monetária.
O vencimento das cobranças deve ser feito no dia 20 de março, com possibilidade de parcelamento em dez vezes. A expectativa é de que cerca de 990 mil propriedades em Curitiba recebam o carnê do IPTU de Curitiba.

Imóveis cujo valor venal tenha sofrido alteração cadastral ou esteja significativamente acima da inflação podem ter adicional de até 18% sobre o reajuste inflacionário. No entanto, isso só valerá se a variação exceder o IPCA, e há regras específicas para que esse teto não seja ultrapassado.
De acordo com a prefeitura, o IPTU de Curitiba mantém os critérios de 2025. Imóveis populares — definidos como aqueles com área construída de até 70 m² e valor venal limite estabelecido — continuarão sem precisar pagar o imposto.