Curitiba - Depois de anos e anos de sofrimento, o torcedor do Paraná Clube entra em 2026 com uma esperança que há tempos não via. Mesmo com um novo rebaixamento para a segunda divisão do Campeonato Paranaense, 2025 terminou com um ‘saldo positivo’. Afinal, a SAF, enfim, foi vendida e o Tricolor passou a ter um futuro mais promissor.

Camisa do Paraná Clube
Paraná Clube vive disputa nos bastidores. (Foto: Divulgação/Paraná Clube)

A partir deste ano, Pedro Weber e a Nextplay são os novos responsáveis por gerir o futebol paranista, que já a partir de janeiro passará pela montagem do elenco, que terá a dura missão de conquistar o acesso à elite do Estadual.

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É o primeiro passo para voltar a tentar um calendário nacional. Estar na primeira divisão é o único caminho para buscar uma vaga na Série D. A ideia é em 2028 estar novamente no Brasileirão. Por isso, não é permitido errar em 2026.

Paraná Clube aposta em velho conhecido

Quem terá a tarefa de ajudar na busca por jogadores e comandar a equipe na beira do gramado será Tcheco. Assim como em 2024, o treinador chega para a disputa da segunda divisão, agora mais calejado, já conhecendo o caminho das pedras. Naquele ano, conquistou o acesso e o título da competição.

A grande diferença é que em 2026 ele estará amparado pela nova diretoria, que promete injetar R$ 10 milhões nesta temporada, o que será crucial e decisivo na hora de ir ao mercado em busca de reforços.

Ao lado de Tcheco, estará Rodrigo Possebon, ex-Athletico e que será o executivo de futebol. Embora não tenha conseguido bons resultados no rival, foi responsável pela reconstrução do Barra-SC, que na última temporada foi campeão da Série D.

Recomeço após 36 anos

De qualquer forma, o ano nem começou, mas o cenário já é muito mais promissor. 36 anos após a sua fundação, o Paraná Clube tem um novo recomeço, tentando deixar os anos sombrios e as dívidas para trás.

Por isso, 2026 certamente fará parte da história do Tricolor, como um marco na nova – e possivelmente última – tentativa de se reerguer e voltar aos tempos áureos.

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Ricardo Brejinski

Editor de esportes

Formado pela PUCPR em 2008, foi correspondente do Diário Lance! em Curitiba, fundador e coordenador do extinto Notícia FC e editor da revista da Stock Car. Chegou à Tribuna do Paraná em 2011, foi setorista do Coritiba, repórter especial e editor de 2014 à 2019, sempre na editoria de Esportes. Em 2019, juntou-se à equipe da Gazeta do Povo e fez parte da criação do UmDois Esportes, onde ficou até dezembro de 2022. Em junho de 2023, foi contratado pela Banda B, sendo editor de esportes do portal e repórter de campo e comentarista na rádio. Cobriu a preparação da seleção brasileira para a Copa do Mundo 2010 e a Copa do Mundo 2014 em Curitiba, além de ter estado em três finais de Copa do Brasil.

Formado pela PUCPR em 2008, foi correspondente do Diário Lance! em Curitiba, fundador e coordenador do extinto Notícia FC e editor da revista da Stock Car. Chegou à Tribuna do Paraná em 2011, foi setorista do Coritiba, repórter especial e editor de 2014 à 2019, sempre na editoria de Esportes. Em 2019, juntou-se à equipe da Gazeta do Povo e fez parte da criação do UmDois Esportes, onde ficou até dezembro de 2022. Em junho de 2023, foi contratado pela Banda B, sendo editor de esportes do portal e repórter de campo e comentarista na rádio. Cobriu a preparação da seleção brasileira para a Copa do Mundo 2010 e a Copa do Mundo 2014 em Curitiba, além de ter estado em três finais de Copa do Brasil.