Curitiba - Autor do gol da vitória por 1×0 sobre o Athletico, no último sábado (17), o atacante Lucas Ronier vem sendo o destaque do Coritiba nos dois primeiros jogos da temporada 2026. Além da boa atuação e de ter sido decisivo no clássico, o camisa 11 já havia chamado a atenção no triunfo por 1×0 sobre o Maringá.

Na primeira partida do time principal do Coxa, Ronier roubou a bola e passou para Pedro Rocha fazer o gol no Willie Davids. Atuações que renderam elogios do técnico Fernando Seabra, que exaltou, acima de tudo, o profissionalismo e a maturidade do atacante.
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“O que vocês estão vendo acontecer em campo é fruto do comportamento, da conduta dele e da forma como ele trabalha no dia a dia… muito dedicado aos treinamentos, treina nas situações de jogo com muita competitividade“, destacou o treinador após o Atletiba
Qualidades técnicas e mentais
O técnico também definiu Ronier como um atacante completo, capaz de atuar em diferentes faixas do campo e com variados recursos técnicos. Apesar da qualidade em campo, Seabra fez questão de elogiar também a maturidade do jogador de 21 anos.
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“É um jogador de espaço curto, de espaço longo, de invasão de área, joga dos dois lados do campo, joga por dentro… o grande trunfo dele é o profissionalismo, é a mentalidade e a humildade. Ele tem os atributos físicos, técnicos e táticos para jogar num nível muito alto“, disse.
Ronier terá vitrine na Série A pelo Coritiba
Lucas Ronier já atuou em duas partidas da Série A pelo Coxa, em 2023, entrando nas últimas rodadas – contra Red Bull Bragantino e Corinthians – quando a equipe já estava rebaixada, mas essa será a primeira temporada como titular. Em um campeonato com mais visibilidade, o treinador alerta sobre os perigos do “ruído” externo e define o papel do clube na gestão do jogador.
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“O determinante vai ser ele conseguir ter consistência dentro de um nicho do mercado que tem uma competitividade maior e que tem um nível de ruído maior… ele está num clube que tá preparado para puxar a corda quando tiver que puxar, para conversar e acolher quando tiver que acolher“, concluiu Seabra.
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