Curitiba - Estreante em clássico Atletiba, o técnico Fernando Seabra comemorou a vitória do Coritiba por 1×0 sobre o Athletico, no último sábado (17), na Arena da Baixada. Não só pelo resultado em si, mas também a importância do confronto como parte do desenvolvimento da equipe na temporada.

O treinador analisou o confronto e fez questão de relativizar o resultado dentro do Campeonato Paranaense, sem ignorar o peso simbólico do duelo. Sem se prender apenas aos três pontos, ele contextualizou o trabalho que vem sendo desenvolvido e destacou aspectos internos do grupo.
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“Do ponto de vista prático, é um jogo que vale três pontos. Mas é óbvio que transcende a importância pelo valor simbólico e peso das instituições envolvidas, mas, para além disso, também pelo momento de equipes que estão se ajustando para uma temporada de retorno à Série A”, iniciou
“Nesse sentido, a transformação do nosso elenco é mais profunda que a do adversário. Acho que existe um significado, no sentido da mensagem que estamos transmitindo, do grau de colaboração e competitividade, da identidade do grupo. Isso é muito fruto da construção que já vem do ano passado”, disse Seabra, exaltando a o grupo e os pilares de 2025.
“Herança” de Mozart
A solidez defensiva foi sem dúvidas o principal trunfo do Coritiba em 2025, e até aqui, em dois jogos com Seabra, a equipe não sofreu gols. Apesar de não usar o mesmo modelo de jogo do antigo comandante, Mozart, para defender, o treinador destacou que a defesa é fundamental para o esquema dele.
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“A questão da estabilidade defensiva é fundamental. Não tem um time que vai entregar resultado na temporada, se ele não é capaz de evitar conversão em gols de chances dos adversários. Os zagueiros e os laterais estão de parabéns pelo jogo que fizeram, mas a colaboração daqueles do setor de ataque e meio-campo é fundamental”, destacou.
Coritiba fez o segundo jogo com a equipe principal
Com duas vitórias em dois jogos, sendo uma em Atletiba, o técnico começou com tudo no comando alviverde. Os gols de Pedro Rocha, contra o Maringá, e Lucas Ronier, contra o Athletico, são uma espécie de “cartão de visitas” dele. Isso porque a roubada de bola e a transição rápida em direção ao gol é um dos principais pilares do ataque das equipes de Seabra.
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“Não tenho a vaidade de que a equipe tenha a minha assinatura, mas tenho a atenção e a preocupação que a equipe tenha uma identidade que a gente construa junto. Que meus elementos estejam ali, e os elementos dos jogadores também“, explicou.
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