Maringá - O técnico Fernando Seabra saiu satisfeito com o desempenho do Coritiba em sua estreia no comando da equipe. Não só pela vitória por 1×0 sobre o Maringá, na noite da última terça-feira (13), mas também da maneira como ela foi conquistada, em meio a um time que ainda vai buscando sua forma ideal, tanto física quanto tecnicamente.

Ao analisar o confronto, o treinador admitiu que o Coxa sofreu para se encontrar em campo nos primeiros minutos, até por ter nem duas semanas de trabalhos, mas que soube superar isso com o “espírito de competitividade“, que foi o que mais agradou Seabra.
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“A gente sabia do cenário que iria encontrar, então estou muito satisfeito com o espírito de competitividade, com o comprometimento da equipe em fazer o que fosse necessário para conquistar o resultado. Vimos uma equipe que, inicialmente, por não ter feito nenhum amistoso, demorou 15/20 minutos para entrar em ritmo de competição. Conseguiu e equilibrou o jogo”, analisou ele, em entrevista coletiva.
Coritiba 2025 ainda deixa resquícios importantes
Ainda de acordo com o treinador, as características dos jogadores remanescentes da conquista da Série B no ano passado estão sendo fundamentais para o novo elenco encorpar. Entre a despedida da temporada passada e a estreia em 2026 foram 51 dias, além de saídas e chegadas de atletas.
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No Willie Davids, foram seis estreias, sendo o lateral-direito Tinga, o volante Willian Oliveira e os atacantes Lavega e Pedro Rocha titulares, enquanto o volante Fernando Sobral e o atacante Fabinho entraram no segundo tempo, mas já mostraram absorver esse ambiente e entregaram tudo que podiam para compensar a falta de ritmo e intensidade.
“Se for ver, as duas melhores chances do jogo foram nossas, sendo uma delas o gol. Temos que entender que existe uma identidade nesse grupo, que é um espírito competitivo muito forte, e aqueles jogadores que estão chegando agora estão assimilando isso muito bem. Saber superar momentos de adversidades e construir um resultado mostra a maturidade de um grupo sendo formado. Tivemos seis estreias neste jogo. Faltou volume, mas as chances de maior qualidade foram criadas por nós”, acrescentou o comandante coxa-branca.
Questão física foi decisiva na escalação
Por fim, Seabra admitiu que a escalação do Coritiba para encarar o Maringá teve como peso fundamental a parte física e que a formação não é a que ele já via como ideal, principalmente por nem todos estarem no mesmo rendimento.
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Até por isso, na segunda rodada o zagueiro Tiago Cóser e o lateral-esquerdo João Almeida foram utilizados, para o grupo já ter peças um passo à frente.
“A gente sabe que cada um chega em uma condição. Alguns chegaram mais cedo, outros depois, então na escalação temos que levar em consideração o ritmo de jogo. O Cóser e o João no jogo contra o Londrina já fazia parte do planejamento para não termos 11 jogadores sem ritmo em campo, o Jean repetindo três jogos…”, completou o técnico.
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