Após o empate em 1×1 entre Athletico e Cianorte, neste domingo (11), no Albino Turbay, pela segunda rodada do Paranaense 2026, o técnico João Correia destacou a produção da equipe, a capacidade de adaptação durante o jogo e a entrega dos jogadores, mesmo diante de desgaste físico e adversidades.

João Correia, técnico interino do Athletico
João Correia, técnico do time de aspirantes do Athletico. Foto: José Tramontin/ Athletico

Na avaliação do treinador da equipe de aspirantes do Furacão, o desempenho apresentado foi superior ao da estreia, apesar de o placar não refletir, na sua visão, o que aconteceu em campo. “Primeiro de tudo, orgulho desse time. Hoje saio com muito mais confiança e segurança, e muito mais orgulhoso que na vitória sobre o Andraus”, afirmou, em entrevista coletiva após a partida.

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João Correia também citou o contexto da partida, ressaltando a viagem longa, o cansaço físico e a preparação do adversário como fatores que dificultaram o confronto. Ainda assim, evitou direcionar críticas diretas à arbitragem.

Por produção nós ganhamos de 2×1, não vou falar de arbitragem. Fizemos uma viagem longa, enquanto o Cianorte ‘ficou no quentinho’, assistindo nosso jogo contra o Andraus, e jogamos cansados”, admitiu.

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O treinador reforçou o discurso de superação e fez questão de reconhecer publicamente o empenho do elenco, direcionando a fala também à torcida atleticana.

Hoje fomos contra tudo e contra todos, como sempre é com o Athletico. Estou orgulhoso pela produção. Torcida atleticana, esses garotos merecem ser aplaudidos quando chegarem em Curitiba por aquilo que fizeram”, declarou.

Treinador do Athletico explica momento de virada no jogo

Do ponto de vista tático, João Correia apontou a mudança de posicionamento entre Bruninho e João Cruz como determinante para a melhora do time na partida.

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Os burros morrem com a mesma ideia, quando começam um jogo e não conseguem mudar. Nós mudamos. Quando invertemos o Bruninho com o João foi o momento chave do jogo”, explicou.

Por fim, o comandante revelou a sensação de que o Athletico poderia ter saído com a vitória, citando um lance específico no segundo tempo.

“Eu senti que íamos ganhar o jogo. No segundo tempo teve um pênalti no Dudu que não foi marcado, foi na minha cara. Ainda não revi o lance, mas para mim foi muito pênalti. Nós poderíamos ter virado o jogo, mas estou muito satisfeito com a produção no segundo tempo”, concluiu.

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