Curitiba - De volta à elite do Brasileirão, o Coritiba espera fazer de 2026 o ano da consolidação do seu novo projeto. Depois de dois anos na Série B, e muitas temporadas oscilando entre fugas do rebaixamento, quedas e retornos, o Coxa que se firmar na elite e evitar passar por novos sustos.

Fernando Seabra em treino do Coritiba
Seabra foi o escolhido para comandar o Coxa na volta à elite. (Foto: Gabriel Thá/Coritiba)

O principal objetivo da temporada é evitar voltar para a segunda divisão, mas de uma forma segura, sem precisar sofrer até a última rodada, mas também olhando para um novo passo: voltar a disputar uma competição internacional, o que não acontece desde 2017.

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Para isso, basta um meio de tabela, o que praticamente garante uma vaga na Copa Sul-Americana. Parece pouco, mas para quem até pouco tempo sofreu por dois anos na Série B, terminar acima do 14º lugar já seria uma nova conquista.

Elenco experiente e ‘fator casa’ são as apostas do Coritiba

E para esta retomada, a aposta alviverde é em um elenco experiente em Série A. Tanto que todos os reforços confirmados até aqui são próximos dos 30 anos e com algumas participações na elite. Tudo para elevar o patamar coxa-branca e não cometer os mesmos erros de anos anteriores.

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Além disso, o Coritiba conta com o apoio do Couto Pereira. Em 2025, o fator casa não foi fundamental para o time subir, uma vez que foram diversos empates, embora apenas duas derrotas, mas foi diante da torcida que o clube escapou da última vez do rebaixamento, em 2022. O apoio já foi resgatado, agora o foco é transformar as arquibancadas outra vez no 12º jogador para somar pontos importantes.

SAF também quer mudar de patamar

A Treecorp também vê 2026 como um ‘ano-chave’ para mostrar que pode colher frutos. Desde que comprou o futebol do Coritiba, em 2023, pegou uma Série A já em andamento e com muitas dificuldades de retomada, e depois dois anos de segunda divisão. Agora, pela primeira vez precisa planejar uma primeira divisão desde o início.

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Até por isso, quer errar o mínimo possível. Sem cometer loucuras, a diretoria vai buscando peças dentro do orçamento. Tanto é que não abriu mão do que está disposto a gastar para manter o técnico Mozart. Para seu lugar, veio Fernando Seabra.

O que não quer dizer que não existe a ideia de trazer um ‘nome de peso’. Lucero, Vegetti e Tiquinho Soares são o alvo, para ter alguém que possa, no campo, mudar esse patamar coxa-branca, que, além de querer se firmar na elite, espera voltar a brigar pelo título do Paranaense, o que não acontece desde 2022, e fazer uma campanha mais digna na Copa do Brasil, após anos caindo em fases iniciais. Tudo para recolocar o Alviverde olhando mais para cima do que para baixo.

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Ricardo Brejinski

Editor de esportes

Formado pela PUCPR em 2008, foi correspondente do Diário Lance! em Curitiba, fundador e coordenador do extinto Notícia FC e editor da revista da Stock Car. Chegou à Tribuna do Paraná em 2011, foi setorista do Coritiba, repórter especial e editor de 2014 à 2019, sempre na editoria de Esportes. Em 2019, juntou-se à equipe da Gazeta do Povo e fez parte da criação do UmDois Esportes, onde ficou até dezembro de 2022. Em junho de 2023, foi contratado pela Banda B, sendo editor de esportes do portal e repórter de campo e comentarista na rádio. Cobriu a preparação da seleção brasileira para a Copa do Mundo 2010 e a Copa do Mundo 2014 em Curitiba, além de ter estado em três finais de Copa do Brasil.

Formado pela PUCPR em 2008, foi correspondente do Diário Lance! em Curitiba, fundador e coordenador do extinto Notícia FC e editor da revista da Stock Car. Chegou à Tribuna do Paraná em 2011, foi setorista do Coritiba, repórter especial e editor de 2014 à 2019, sempre na editoria de Esportes. Em 2019, juntou-se à equipe da Gazeta do Povo e fez parte da criação do UmDois Esportes, onde ficou até dezembro de 2022. Em junho de 2023, foi contratado pela Banda B, sendo editor de esportes do portal e repórter de campo e comentarista na rádio. Cobriu a preparação da seleção brasileira para a Copa do Mundo 2010 e a Copa do Mundo 2014 em Curitiba, além de ter estado em três finais de Copa do Brasil.