Curitiba - De volta à elite do Brasileirão, o Coritiba espera fazer de 2026 o ano da consolidação do seu novo projeto. Depois de dois anos na Série B, e muitas temporadas oscilando entre fugas do rebaixamento, quedas e retornos, o Coxa que se firmar na elite e evitar passar por novos sustos.

O principal objetivo da temporada é evitar voltar para a segunda divisão, mas de uma forma segura, sem precisar sofrer até a última rodada, mas também olhando para um novo passo: voltar a disputar uma competição internacional, o que não acontece desde 2017.
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Para isso, basta um meio de tabela, o que praticamente garante uma vaga na Copa Sul-Americana. Parece pouco, mas para quem até pouco tempo sofreu por dois anos na Série B, terminar acima do 14º lugar já seria uma nova conquista.
Elenco experiente e ‘fator casa’ são as apostas do Coritiba
E para esta retomada, a aposta alviverde é em um elenco experiente em Série A. Tanto que todos os reforços confirmados até aqui são próximos dos 30 anos e com algumas participações na elite. Tudo para elevar o patamar coxa-branca e não cometer os mesmos erros de anos anteriores.
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Além disso, o Coritiba conta com o apoio do Couto Pereira. Em 2025, o fator casa não foi fundamental para o time subir, uma vez que foram diversos empates, embora apenas duas derrotas, mas foi diante da torcida que o clube escapou da última vez do rebaixamento, em 2022. O apoio já foi resgatado, agora o foco é transformar as arquibancadas outra vez no 12º jogador para somar pontos importantes.
SAF também quer mudar de patamar
A Treecorp também vê 2026 como um ‘ano-chave’ para mostrar que pode colher frutos. Desde que comprou o futebol do Coritiba, em 2023, pegou uma Série A já em andamento e com muitas dificuldades de retomada, e depois dois anos de segunda divisão. Agora, pela primeira vez precisa planejar uma primeira divisão desde o início.
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Até por isso, quer errar o mínimo possível. Sem cometer loucuras, a diretoria vai buscando peças dentro do orçamento. Tanto é que não abriu mão do que está disposto a gastar para manter o técnico Mozart. Para seu lugar, veio Fernando Seabra.
O que não quer dizer que não existe a ideia de trazer um ‘nome de peso’. Lucero, Vegetti e Tiquinho Soares são o alvo, para ter alguém que possa, no campo, mudar esse patamar coxa-branca, que, além de querer se firmar na elite, espera voltar a brigar pelo título do Paranaense, o que não acontece desde 2022, e fazer uma campanha mais digna na Copa do Brasil, após anos caindo em fases iniciais. Tudo para recolocar o Alviverde olhando mais para cima do que para baixo.
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