Curitiba - O Coritiba segue ativo no mercado e deixou claro que o setor ofensivo é uma das prioridades no planejamento para a temporada de 2026. Em entrevista coletiva, o diretor de futebol Willian Thomas e o técnico Fernando Seabra detalharam a busca por novos atacantes, especialmente um camisa 9, destacando a necessidade de ampliar opções e variar características no elenco.

Willian Thomas, head desportivo do Coritiba
Thomas ressaltou dificuldades para contratar atacante no mercado. (Foto: JP Pacheco/Coritiba)

O diretor executivo de futebol confirmou que o clube está próximo de reforçar o ataque e ressaltou a importância de diversificar o plantel.

“E ainda com algumas necessidades de compor esse plantel para ter diversificação das posições, principalmente no setor ofensivo. Nós já temos o Pedro Rocha. Estamos na iminência de anunciar um outro atacante importante também do cenário nacional, que vai nos dar e vai nos permitir ter um repertório maior para a fase ofensiva”, afirmou o dirigente.

Desde o final do ano passado, alguns nomes vêm sendo ventilados no Coxa, como Lucero, do Fortaleza, Vegetti, do Vasco, e Tiquinho Soares, do Santos. O primeiro está descartado após não aceitar oferta de empréstimo de um ano. O camisa 99 do time carioca está próximo do Cerro Porteño, do Paraguai, enquanto Tiquinho ainda é uma possibilidade.

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Segundo Thomas, a movimentação faz parte de um planejamento cuidadoso, que leva em conta a dificuldade do mercado para a posição de centroavante e a busca por oportunidades que elevem o nível competitivo da equipe.

“Tem a expectativa, mas é a posição mais difícil do mercado. Sempre são os contratos mais caros, os jogadores mais disputados, com os jogadores em evidência. Trabalhamos com estratégia, de saber o timing para uma negociação. E temos que ser assertivos. Espero em breve ter uma solução”, acrescentou ele.

Treinador do Coritiba enaltece importância tática de diferentes perfis de atacantes

Do ponto de vista técnico, Fernando Seabra reforçou que a chegada de novos atacantes passa diretamente pela ideia de jogo que pretende implementar. Para o treinador, ter jogadores com perfis distintos é fundamental para lidar com os diferentes cenários que a Série A impõe.

É importante a composição do elenco, ainda mais pensando na situação de atacantes, a gente tenha uma diversidade de opções. Ter características diferentes nos permite abordar melhor diferentes circunstâncias de jogo, seja para estratégia inicial, seja para tomada de decisão no transcorrer das partidas”, explicou.

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O comandante concluiu explicando que ter um jogador com uma característica específica, como um camisa 9 de ofício, que da profundidade ao setor e tem um papel de referência dentro da área, não impede a atuação em conjunto com um atacante de maior mobilidade, que busca mais o jogo e traz maior movimentação ao ataque.

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“É importante (ter um centroavante), nos enriquece, e os dois podem atuar juntos. Cabe ao treinador encontrar as soluções e potencializar o que tem no elenco. Me interessa ter as duas opções“, completou.

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