Brasil - Quando o gato solta pelo em excesso, muitos tutores encaram a situação como algo normal. No entanto, a queda intensa de pelos pode ser um sinal de alerta. Em alguns casos, ela indica apenas troca de pelagem. Mas em outros, pode apontar problemas de saúde que exigem atenção.

É comum encontrar pelos pela casa, no sofá e até nas roupas. Ainda assim, existe uma diferença entre a queda natural e o excesso persistente. Entender essa distinção ajuda o tutor a agir no momento certo. E pode evitar gastos maiores e sofrimento para o animal.
Mas por que o gato solta pelo além do normal?
Diversos fatores influenciam a saúde da pelagem felina. Alimentação inadequada, estresse e falta de cuidados básicos estão entre os principais motivos. Além disso, doenças silenciosas podem se manifestar justamente pela queda de pelos.
Assim, observar a rotina do animal é essencial. Mudanças no comportamento, coceira ou falhas na pelagem merecem atenção. Esses sinais podem indicar que o problema vai além da estética.

Cuidados que podem ser feitos em casa
Algumas medidas simples ajudam a controlar quando o gato solta pelo de forma moderada. Veja o que pode ser feito no dia a dia:
- Escovação regular: o ideal é escovar ao menos três vezes por semana. Em gatos de pelo longo, o cuidado pode ser diário. A escova deve ser adequada ao tipo de pelagem.
- Alimentação de qualidade: rações Super Premium, ricas em ômega 3 e 6, contribuem para a saúde da pele. Petiscos funcionais também podem ajudar.
- Higiene do ambiente: aspirar a casa e higienizar caminhas e cobertores reduz fungos e ácaros. Isso impacta diretamente a pele do animal.
- Controle do estresse: mudanças bruscas, presença de outros animais ou barulho excessivo afetam os gatos. Um ambiente calmo faz diferença.
- Banho com cautela: quando indicado, o banho pode ajudar. Mas deve ser feito apenas com produtos específicos e orientação profissional.
Quando é hora de procurar o veterinário?

A visita ao veterinário é indispensável em alguns casos. Principalmente se o gato solta pelo acompanhado de feridas, vermelhidão ou coceira intensa. Alterações no humor, como apatia ou agressividade, também são sinais importantes.
Somente o profissional pode identificar a causa exata. O problema pode estar relacionado a parasitas, fungos, bactérias ou deficiência nutricional. Doenças como hipotireoidismo, insuficiência renal, hepática ou até FIV também entram na lista.
Atenção ao que parece simples
A escovação e a boa alimentação costumam resolver a queda normal. Já o excesso persistente exige investigação. Muitos tutores têm direito a orientações, exames e tratamentos que evitam complicações futuras. Saber disso pode mudar a forma como você cuida do seu gato.