Ao menos 47 pessoas morreram e 113 ficaram feridas em um trágico incêndio na estação de esqui Crans-Montana, na Suíça, durante uma festa em celebração ao Ano Novo. O balanço de vítimas foi atualizado nesta sexta-feira (2) pelas autoridades do país europeu.

O número de vítimas mortas ainda é provisório e pode aumentar, por conta da gravidade dos ferimentos de muitos participantes da confraternização que estão hospitalizados.
A tragédia ocorreu no bar Le Constellation, localizado na estação de esqui suíça Crans-Montana. A festa em celebração ao Ano Novo permitia a entrada de pessoas acima de 16 anos e contava com jovens, em grande maioria, entre os presentes.
As chamas teria começado por volta de 1h30 desta quinta-feira (1º) no teto do porão do estabelecimento, de madeira, após fogos serem acesos em garrafas de champanhe, e se espalharam rapidamente pelas instalações.
🇨🇭🔥 Surgem imagens do início do incêndio que matou cerca de 40 pessoas na Suíça
— Sputnik Brasil (@sputnik_brasil) January 2, 2026
📹 Vídeos divulgados nas redes sociais mostram que o incêndio de ontem (1º), que deixou cerca de 40 mortos e 115 feridos em um bar no resort de esqui de Crans-Montana, na Suíça, teve início no teto… pic.twitter.com/Q10svYySFx
As causas do incêndio ainda são investigadas. Preliminarmente, as autoridades suíças disseram que parece ter sido um acidente, e não um ataque.
Homenagens e identificação das vítimas
Desde esta quinta-feira, centenas de pessoas se reúnem ao redor do local do incêndio para prestar homenagem às vítimas. Muitos são parentes de jovens desaparecidos e também buscam informações.
Devido ao elevado número de vítimas, alguns feridos foram internados no hospital Niguarda, em Milão, na Itália.
O trabalho de identificação das vítimas já começou e é tratado como prioridade. A intenção das autoridades é devolver os corpos às famílias enlutadas o mais rapidamente possível. Apesar disso, a identificação dos corpos pode levar dias, dado o elevado número de vítimas e o estado dos corpos.
Além de suíços, entre as vítimas estão italianos, franceses e um turista australiano.
*com informações do Vatican News
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