A defesa de Jair Bolsonaro informou que houve uma piora recente no quadro clínico do ex-presidente. Em um pedido apresentado no processo de execução da pena, os advogados afirmam que ele passou a apresentar crises de vômito e soluços intensos. Diante disso, cobram que a Polícia Federal disponibilize o resultado da perícia médica feita para avaliar se há indicação de cumprimento da pena em regime domiciliar.

Justiça já rejeitou pedidos de prisão domiciliar de Bolsonaro em outras ocasiões
Jair Bolsonaro está preso desde 15 de janeiro no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha. Na mesma data, o ministro Alexandre de Moraes ordenou uma nova perícia médica, a ser realizada por profissionais da Polícia Federal, para avaliar a possibilidade de conversão da prisão em regime domiciliar.
O magistrado estipulou o prazo de dez dias para a juntada do laudo aos autos. Antes disso, o ex-presidente cumpria detenção na Superintendência da PF, em Brasília.
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No dia 20, segundo a defesa, Bolsonaro recebeu a visita da Diretoria Técnico-Científica da PF, composta por três médicos, que fizeram a perícia.
“Ocorre que, transcorridos mais de 10 dias da realização da perícia, verifica-se que, até o presente momento, não foi juntado aos autos o laudo elaborado pela referida junta médica”, diz a defesa de Bolsonaro, que pede que o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, determine a intimação da Superintendência da PF para que seja apresentado o laudo “com a máxima urgência”.
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