A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou, nesta sexta-feira (28), novo recursos contra a prisão do político. Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses devido a participar de uma trama golpista nas eleições presidenciais de 2026.

Desde o último sábado (22), Bolsonaro está preso na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília (DF).
Segunda a defesa do ex-presidente, a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em negar os recursos anteriores é um “erro judiciário” e precisa ser revista.
“Dada a máxima vênia, não cabe afirmar protelatório recurso que sequer havia sido proposto. Aliás, sem tomar conhecimento de suas razões, causa espécie tenha sido maculado de protelatório”, afirmou a defesa.
A defesa de Bolsonaro aponta que o voto divergente do ministro Luiz Fux em inocentar o ex-presidente deve prevalecer.
“E justamente e virtude da ausência dos pressupostos típicos para a caracterização do delito de pertencimento à organização criminosa, o voto divergente de lavra do eminente ministro Luiz Fux foi preciso ao absolver o embargante [Bolsonaro]”, completa a defesa.
*com informações da Agência Brasil
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