Os deputados estaduais do Paraná retomaram, nesta segunda-feira (2), os trabalhos na Assembleia Legislativa, em Curitiba, após o recesso parlamentar. O calendário parlamentar deste ano deverá ser ajustado em função das Eleições 2026.

O presidente da Casa, deputado Alexandre Curi (PSD), deverá se reunir com lideranças partidárias e propor o adiamento do recesso do meio do ano, que ocorre em julho, para setembro, de modo a minimizar os impactos à atividade parlamentar durante o período eleitoral.
“Este ano apresenta desafios específicos, e haverá um esforço para garantir que os trabalhos da Assembleia continuem atendendo aos interesses da população. Em relação à organização do recesso parlamentar, proporemos que ele ocorra nos últimos 15 dias de setembro, visando minimizar impactos nos trabalhos da Casa e no período eleitoral”, explicou.
A volta das atividades foi marcada por uma sessão solene, presidida por Alexandre Curi, que é pré-candidato ao Governo do Paraná. O governador Ratinho Junior (PSD) foi representado pelo chefe da Casa Civil, João Carlos Ortega. Na oportunidade, o presidente da Alep destacou os resultados alcançados no último ano, quando mais de 700 projetos foram apresentados.
Avançamos em eficiência no Plenário, com 700 projetos aprovados e mais de 5 mil proposições apresentadas em 2025. Um recorte absoluto. Foi o melhor resultado da história da Assembleia Legislativa. Nosso objetivo também é a eficiência em relação à transparência da Assembleia, que terminou 2025 como a mais transparente do Brasil”, comentou o presidente da Alep.
Projetos aprovados no plenário
Sete dos oito projetos que estavam na ordem do dia foram à votação no plenário. Entre os projetos aprovados está o reconhecimento da Festa da Tainha de Guaratuba como manifestação cultural e gastronômica do estado, proposto pela deputada Marli Paulino (SD), e a criação de uma semana para conscientizar e incentivar a adoção de animais idosos, de autoria do deputado Cobra Repórter (PSD).
Alexandre Curi também anunciou a tramitação, nas próximas semanas, de um projeto de lei do Executivo para atualizar as regras dos exames obrigatórios para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
A proposta deverá reduzir em 55% o custo dos exames médicos e psicológicos, que hoje somam R$ 404,74, para um teto de R$ 180, além de prever outras alterações. A medida integra o pacote já implementado no estado, que inclui a redução da alíquota do IPVA para 1,9%, a CNH Social e a possibilidade de renegociação das dívidas de IPVA com redução de até 90% de juros e multa.
*com informações da Alep
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