Líderes da Colômbia e da Dinamarca responderam, nesta segunda-feira (5), publicamente as ameaças feitas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de realizar ações militares contra os respectivos países.

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, utilizou o X, antigo Twitter, para apontar que “pegará em armas” e que as forças militares do país devem estar alinhadas ao governo colombiano e não aos Estados Unidos.
“Embora eu não tenha sido soldado, conheço a guerra e as operações clandestinas. Jurei nunca mais tocar em armas depois do Acordo de Paz de 1989, mas pelo bem do meu país, pegarei em armas novamente, armas que não quero. A Constituição exige que as Forças Armadas defendam a soberania popular”, pontuou Petro.
Já a primeira-ministra da Dinamarca, Matte Frederiksen, apontou que uma ação dos Estados Unidos contra um outro membro da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) significaria o “fim de tudo”.
A Otan conta com outros 30 membros, além da Dinamarca e dos Estados Unidos, todos pertencentes a América do Norte e da Europa.
Desde a operação militar realizada na Venezuela, no último sábado (3), Trump citou a possibilidade de realizar ações nos dois países.
Sobre a Colômbia, o presidente norte-americano chegou a citar que o país está “doente e é administrado por um homem doente”. Além disso, Trump acusou Petro de “produzir cocaína e de vender a droga aos Estados Unidos”.
Já sobre a Groelândia, território na América do Norte que pertence a Dinamarca, Trump declarou que o país europeu não tem “recursos para garantir a segurança da área”, mas que deverá tratar novamente do tema “em dois meses”.
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