Líderes da Colômbia e da Dinamarca responderam, nesta segunda-feira (5), publicamente as ameaças feitas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de realizar ações militares contra os respectivos países.

Gustavo Petro, presidente da Colômbia, criticou publicamente Donald Trump, presidente dos EUA
Trump acusou Petro de “produzir e traficar cocaína”. (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, utilizou o X, antigo Twitter, para apontar que “pegará em armas” e que as forças militares do país devem estar alinhadas ao governo colombiano e não aos Estados Unidos.

“Embora eu não tenha sido soldado, conheço a guerra e as operações clandestinas. Jurei nunca mais tocar em armas depois do Acordo de Paz de 1989, mas pelo bem do meu país, pegarei em armas novamente, armas que não quero. A Constituição exige que as Forças Armadas defendam a soberania popular”, pontuou Petro.

Já a primeira-ministra da Dinamarca, Matte Frederiksen, apontou que uma ação dos Estados Unidos contra um outro membro da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) significaria o “fim de tudo”.

A Otan conta com outros 30 membros, além da Dinamarca e dos Estados Unidos, todos pertencentes a América do Norte e da Europa.

Desde a operação militar realizada na Venezuela, no último sábado (3), Trump citou a possibilidade de realizar ações nos dois países.

Sobre a Colômbia, o presidente norte-americano chegou a citar que o país está “doente e é administrado por um homem doente”. Além disso, Trump acusou Petro de “produzir cocaína e de vender a droga aos Estados Unidos”.

Já sobre a Groelândia, território na América do Norte que pertence a Dinamarca, Trump declarou que o país europeu não tem “recursos para garantir a segurança da área”, mas que deverá tratar novamente do tema “em dois meses”.

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Jorge de Sousa

Editor

Jorge de Sousa é formado em jornalismo desde 2016, pós-graduado em Direito Eleitoral e Processo Eleitoral e especializado na cobertura de pautas sobre Política, do Paraná e do Brasil, além de matérias sobre Agronegócio e Esportes.

Jorge de Sousa é formado em jornalismo desde 2016, pós-graduado em Direito Eleitoral e Processo Eleitoral e especializado na cobertura de pautas sobre Política, do Paraná e do Brasil, além de matérias sobre Agronegócio e Esportes.