Com as obras do Contorno Viário de Palotina em fase final de execução, a cooperativa C.Vale reforça que os trechos que ainda estão em construção não estão liberados ao tráfego geral. O acesso provisório é permitido exclusivamente aos proprietários de áreas lindeiras à rodovia, e apenas para entrada e saída das propriedades rurais.

Contorno viário de Palotina visto por cima, durante obras
Obras devem ser entregues entre o fim de março e começo de abril. (Foto: C.Vale)

A cooperativa também alerta para a necessidade de respeito à faixa de domínio da rodovia, especialmente durante o período de plantio do milho safrinha, enquanto a cerca que delimita a área em obras está em fase de implantação.

A orientação busca garantir a segurança de produtores, trabalhadores e usuários, além de preservar a integridade da obra. Até a liberação definitiva, a circulação fora dos pontos autorizados segue proibida, uma vez que o contorno ainda recebe serviços de acabamento, sinalização e adequações técnicas.

As obras do Contorno Viário de Palotina foram retomadas no dia 5 de janeiro, após o recesso de fim de ano dos funcionários da Construtora Castilho, responsável pela execução dos trabalhos, sob gestão da C.Vale. O empreendimento avança em ritmo acelerado e tem previsão de conclusão até o fim de março de 2026, entrando na etapa final de implantação.

Contorno viário de Palotina: segurança e fluidez logística

Com investimento estimado em R$ 170 milhões, o contorno viário é uma das maiores obras de infraestrutura da região e tem como principal objetivo retirar o tráfego pesado do perímetro urbano de Palotina, aumentando a segurança viária, reduzindo o desgaste das vias municipais e melhorando a fluidez logística. A rodovia será fundamental para o escoamento da produção agroindustrial e para o acesso ao complexo da C.Vale, um dos maiores do país.

Quando concluído, o contorno criará um novo corredor logístico regional, beneficiando diretamente Palotina e municípios vizinhos, além de motoristas que utilizam as ligações com Francisco Alves, Terra Roxa e Assis Chateaubriand. Até a liberação definitiva, prevista para os próximos meses, a recomendação é redobrar a atenção à sinalização e evitar o uso de trechos ainda em obras.

A C.Vale destaca que todas as medidas seguem orientações técnicas e legais, com foco na segurança dos usuários e na entrega de uma obra estratégica para o desenvolvimento econômico e logístico do oeste paranaense.

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