A defesa do policial penal Jorge Guaranho, o advogado Cláudio Dalledone, classifica o acordo da Advocacia Geral da União (AGU), de conceder indenização à família do guarda municipal Marcelo Arruda, de “absurdo jurídico”.

Guaranho é acusado de matar a tiros Arruda, no ano de 2022, em Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná. Como ele usou uma arma pertencente à União, a AGU entendeu que cabia indenização à família de Arruda e arbitrou um montante de R$ 1,7 milhão.

Diante disso, Dalledone disse que isso é uma antecipação de culpa, ceder a indenização a alguém antes do réu ser julgado. O júri popular de Guaranho está marcado para 4 de abril. “Imagine se todos que foram vitimados ou morreram por armas do Estado pedissem indenização. E jamais houve um processo, se fez um acordo imediato”, esbravejou Dalledone.

Veja na íntegra o advogado de Guaranho chamar a indenização de “absurdo jurídico”:

Cláudio Dalledone, advogado de Jorge Guaranho, opinou que a indenização é uma antecipação de culpa. (Imagem: Divulgação / Cláudio Dalledone)

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8 fev 2024, às 22h39.
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