Padrasto é condenado a 21 anos de prisão por matar enteada pela guarda do neto

Everson Luís Cilian foi julgado nesta quarta-feira (05) pela morte da enteada Andréa Rosa de Lorena, em Quatro Barras, na Grande Curitiba

Publicado em 5 jun 2024, às 21h06. Atualizado às 21h18.

Everson Luís Cilian, padrasto acusado de matar a enteada Andréa Rosa de Lorena por causa da guarda do neto, em 2007, foi condenado nesta quarta-feira (05) a 21 anos de prisão no Tribunal do Júri de Campina Grande do Sul.

O julgamento de Everson foi adiado duas vezes. A promotoria entende que ele e Tânia Djanira Melo Becker de Lorena queriam a guarda da criança, por isso planejaram a morte de Andréa.

Mãe é presa após ficar 17 anos foragida pela morte da filha

Tânia Djanira Melo Becker de Lorena foi presa no último sábado (11), em Marilândia do Sul, no norte do Paraná, após 17 anos foragida por matar a filha por causa da guarda do neto.

De acordo com a PM, Tânia estava em uma casa e atualmente atende pelo nome de “Lurdes”. Ela estava prestando serviços domésticos em uma casa da cidade.

Durante a abordagem, a mulher foragida pela morte da filha confessou que havia um mandado judicial contra ela e, segundo a polícia, não reagiu à prisão.

Mãe e padrasto acusado de matar enteada planejaram o crime

Andréa foi assassinada em Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba, em 2007. As investigações apontam que ela foi morta por asfixia depois de almoçar com a mãe e o padrasto, que também está preso. Tânia Lorena foi levada para o presídio da cidade de Apucarana, no norte do estado.

Mulher foragida por matar a filha
A vítima foi morta por causa da guarda do neto (Foto: Reprodução / Canal 38 / TN Online)

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