A manicure Cinthya Micaelle Soares Roliz, de 26 anos, foi assassinada a tiros na véspera de Ano Novo, em Belo Horizonte (MG). Ela foi baleada com seis disparos dentro de casa e na frente da filha de 5 anos. O principal suspeito do crime é o ex-companheiro Alex de Oliveira Sousa, pai da criança.

Segundo a Polícia Militar de Minas Gerais, após os tiros, o suspeito fugiu em uma motocicleta com placas adulteradas e, até o momento, não foi localizado. Alex possui passagens pelo sistema prisional por tráfico de drogas e roubo.
Manicure assassinada em Belo Horizonte tinha medida protetiva
De acordo com familiares, Cinthya havia encerrado o relacionamento há cerca de três meses, após descobrir uma traição. Desde então, o ex-companheiro não aceitava o término e passou a persegui-la, fazendo ameaças constantes. A jovem tinha uma medida protetiva em vigor contra o suspeito e, por medo, cogitava deixar o país.
Em entrevista à TV Record, a mãe da vítima relatou que a filha era perseguida em todos os momentos do dia. “Ele não dava sossego, ligava para ela no telefone, no trabalho, em todos os lugares”, afirmou.
Com receio das ameaças, Cinthya havia se mudado recentemente para a casa da avó. No dia do crime, ela recebeu uma ligação do ex-companheiro pedindo que subisse até o andar superior do imóvel, onde foi baleada. Familiares informaram que a criança presenciou o assassinato e está em estado de choque.
O sepultamento de Cinthya ocorreu na quinta-feira (1º), no Cemitério Parque da Colina, no bairro Nova Cintra.
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