Ratinho Jr. diz que vai disponibilizar recursos para reconstrução da Ceasa

Governador Ratinho Jr. ainda agradeceu ao trabalho da Brigada de Incêndio da Ceasa e do Corpo de Bombeiros no combate às chamas

Publicado em 7 jun 2024, às 11h10.
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O governador Carlos Massa Ratinho Jr. afirmou que vai atuar para a reconstrução da Central de Abastecimento de Curitiba (Ceasa), após o incêndio que destruiu cerca de 20 boxes do local. As chamas se alastraram rapidamente na noite desta quinta-feira (6) e atingiram um pavilhão de aproximadamente 2 mil metros, no bairro Tatuquara.

Mercadorias foram destruídas em incêndio na Ceasa
Mercadorias foram destruídas em incêndio na Ceasa (FOto: Ana Vaz/ RICtv)

Nas redes sociais, nesta sexta-feira (7), o governador do Paraná se manifestou. “Determinei que a presidência da Ceasa faça um levantamento rápido dos prejuízos causados pelo incêndio que atingiu a sua sede, em Curitiba. Vamos disponibilizar todos os recursos necessários para a reconstrução do espaço, pra manter o bom serviço prestado pela instituição”, postou em seu perfil oficial do X (antigo Twitter).

Além disso, Ratinho Jr. agradeceu o trabalho da Brigada de Incêndio e do Corpo de Bombeiros que combateram o incêndio. “Aproveito para agradecer o trabalho rápido da Brigada de Incêndio da Ceasa e do Corpo de Bombeiros, que evitaram vítimas e também que o incêndio se alastrasse para outros lugares”, disse.

Incêndio destrói parte da Ceasa de Curitiba

O fogo começou por volta das 22h desta quinta-feira. As chamas se alastraram rapidamente por causa dos materiais de fácil combustão, como as caixas de plástico, que estavam cheias de frutas e verduras. A velocidade do incêndio impressionou os trabalhadores que estavam no local. Uma área de aproximadamente 2 mil metros quadrados foi consumida pelas chamas.

Muitos comerciantes perderam toda a mercadoria. “Não sobrou nada, única coisa que sobrou foram umas caixarias. Fazer o que? A única coisa é erguer as mãos para os céus, pois são bens materiais, falar com Deus. Não sabemos o que fazer daqui pra frente. Olha quanta gente perdeu tudo, nós trabalhávamos com mamão há 33 anos”, comentou o autônomo Luís Montelevski.

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