Tudo começou há cerca de dois anos, quando a companheira do cisne que vive na Universidade Livre do Meio Ambiente, na capital, foi morta por cachorros. Monogâmico e bastante territorialista, o animal não aceita um novo parceiro de sua espécie. Porém, se dá muito bem com o guarda municipal Hélio Estievano, que trabalha no local. Atende quando é chamado pelo amigo e até aceita receber comida na boca.

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